Sou uma adolescente quase com os seus 16 anos.
Posso dizer que sou uma adolescente de impulsos, por vezes arrependo-me de ser assim, mas prefiro arrepender-me do que faço, do que arrepender-me de não ter feito. Por vezes faço demasiadas projeções, penso demasiado, não devia pois nós nunca sabemos o que vamos estar a fazer amanhã, pode haver uma revolução na nossa vida, tudo pode mudar de um momento para o outro, então eu agora só tento perceber o que é bom para mim hoje, amanhã logo se vê.
Por vezes, tenho vontade de sem avisar ninguém, sair daqui sem destino e quando estiver por aí em qualquer lugar do mundo, avisar e dizer que vou ficar por uns meses, pois eu tenho dias que me apetece desaparecer, fecho-me no quarto, fico no meu canto, desligo telemóvel. Fico com mais perguntas do que respostas, por isso escondo-me para encontrar as respostas e para encontrar os caminhos que acho que são os certos, se bem que às vezes penso muito e o que faço é exatamente o inverso.
Sou uma pessoa que de manhã não tem, de certeza, o melhor humor e há dias que odeio que falem comigo quando acordo. Não gosto das coisas óbvias, das coisas fáceis, não sei bem porque mas as coisas mais complicadas e difíceis fascinam-me. Eu tenho um orgulho, o meu pai é o meu orgulho, é um homem que sabe fazer muitas coisas e acaba por me ensinar algumas delas, é um homem com uma força de vontade incrível. Ele sem sombra de dúvida, é a pessoa que me orienta o caminho, que me diz o bem e o mal, o certo ou o errado. É a pessoa que compreende que já não sou a criança que era e que consegue falar comigo sobre certas situações, porque entende que eu já tenho capacidade para perceber certas coisas.
Não tenho muito mais a dizer, isto é um pouco de mim.
Posso dizer que sou uma adolescente de impulsos, por vezes arrependo-me de ser assim, mas prefiro arrepender-me do que faço, do que arrepender-me de não ter feito. Por vezes faço demasiadas projeções, penso demasiado, não devia pois nós nunca sabemos o que vamos estar a fazer amanhã, pode haver uma revolução na nossa vida, tudo pode mudar de um momento para o outro, então eu agora só tento perceber o que é bom para mim hoje, amanhã logo se vê.
Por vezes, tenho vontade de sem avisar ninguém, sair daqui sem destino e quando estiver por aí em qualquer lugar do mundo, avisar e dizer que vou ficar por uns meses, pois eu tenho dias que me apetece desaparecer, fecho-me no quarto, fico no meu canto, desligo telemóvel. Fico com mais perguntas do que respostas, por isso escondo-me para encontrar as respostas e para encontrar os caminhos que acho que são os certos, se bem que às vezes penso muito e o que faço é exatamente o inverso.
Sou uma pessoa que de manhã não tem, de certeza, o melhor humor e há dias que odeio que falem comigo quando acordo. Não gosto das coisas óbvias, das coisas fáceis, não sei bem porque mas as coisas mais complicadas e difíceis fascinam-me. Eu tenho um orgulho, o meu pai é o meu orgulho, é um homem que sabe fazer muitas coisas e acaba por me ensinar algumas delas, é um homem com uma força de vontade incrível. Ele sem sombra de dúvida, é a pessoa que me orienta o caminho, que me diz o bem e o mal, o certo ou o errado. É a pessoa que compreende que já não sou a criança que era e que consegue falar comigo sobre certas situações, porque entende que eu já tenho capacidade para perceber certas coisas.
Não tenho muito mais a dizer, isto é um pouco de mim.
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